“Diz-lhe Jesus:
– Maria!
Ela se volta e lhe diz (em hebraico):
– Rabbuni (que significa mestre).
Diz-lhe Jesus:
– Solta-me, pois ainda não subi ao Pai. Vai dizer aos meus irmãos: Subo ao meu Pai e vosso Pai, ao meu Deus e vosso Deus” (João 20,16-17).
Ao pronunciar o nome de Maria Madalena no início do versículo 16, Jesus ganha, de uma vez por todas, o meu coração pecador. Junto com o ponto de exclamação, que aparece em cinco traduções diferentes da Bíblia que eu consultei, o nome de Maria se transforma numa interjeição perfeita. Perfeita porque é a manifestação da alegria completa do Senhor, que retorna da mansão dos mortos fervendo ainda mais de amor por nós.
Mateus 28,9 confirma o sentimento que Jesus traz no peito.
“Jesus saiu ao seu encontro e lhes disse:
– Alegrai-vos!
Elas se aproximaram, abraçaram seus pés e se prostraram diante dele”.
Neste caso, além da alegria, há um mandamento. Jesus manda que nos alegremos junto com ele. Se ele não estivesse contente com a realização dos planos do Senhor, ele não faria da alegria a sua primeira ordem após a ressurreição.
A vitória alegre de Cristo é a nossa vitória contra o mar de dor, injustiça e maldade onde vivemos. Ele suportou e venceu tudo por nós. Nele, e ao lado dele, somos fortes porque Deus está alegre e nada mais importa, além de levar a alegria de Jesus ressuscitado ao mundo inteiro.


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