Em junho do ano passado, passei um fim de semana trabalhando no retiro do Movimento de Cursilhos de Cristandade que aconteceu no Colégio Franciscano Nossa Senhora das Graças, no bairro Pacheco. A Virgem Maria fez questão de mostrar que estava presente neste retiro.
Chegamos ao local na sexta-feira à noite e atravessei os corredores do colégio muitas e muitas vezes cumprindo minhas tarefas. Há diversas imagens sagradas por lá. Em uma das minhas andanças, passando em frente a uma das imagens de Nossa Senhora das Graças, senti um fortíssimo cheiro de rosas.
Parei imediatamente para confirmar. Parecia que eu estava na Galeria das Flores, em Alcântara. Permaneci atônito, sem me mover, e segurei o braço de uma pessoa que passava no mesmo corredor e perguntei se ela estava sentindo o cheiro. A resposta foi “não”, então soltei o braço do rapaz.
Não entendi se a resposta negativa significava que o perfume era ou não uma benção do céu. Dei dois passos para trás e o cheiro continuava forte na área perto da imagem. Era 17 de junho de 2023, dia do Imaculado Coração de Maria. Dia em que eu faria uma partilha sobre Nossa Senhora, Mãe de Deus e da Igreja.
Eu vinha rezando o Rosário diariamente há seis meses e pedia essa graça: sentir o perfume da presença de Maria como prova de que ela está ao meu lado. Como minha fé é fraca, andei por todo o local e não encontrei nenhuma flor, rosa e nem jardim nas dependências ao redor da imagem. Foi realmente graça concedida por Deus pelas mãos de Maria.
Naquele fim de semana, dos participantes do retiro ouvi alguns testemunhos de libertação através das mãos de Nossa Senhora. Pessoas que seriam condenadas ao inferno se não fosse ela. O perfume não era a única prova de que Maria estava ali, mas também a sua clara intercessão pela salvação de todos nós.


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