Para muitas pessoas o próprio nome não tem significado especial nenhum. É apenas um nome. Estive entre essas pessoas até pouco tempo. Meus pais dizem que o único desejo deles era ter um bebê que eles pudessem chamar de “Juninho”. Ao me registrar no cartório descobriram que, para que eu fosse Junior, era preciso que meu primeiro nome fosse igual ao do meu pai. Cresci com essa ideia: tenho Mário no primeiro nome porque me chamo Junior no final.
Até que aprendi o seguinte. O nome da mãe do salvador do mundo é Maria, o feminino do meu nome. Deus resolveu entregar todas as graças que sonhou para a humanidade através da intercessão de uma mulher chamada Maria. Infinitamente misericordioso, e justo, Deus decidiu deixar Maria a cargo da misericórdia e Ele como responsável pela justiça, como diz Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja, no livro Glórias de Maria. Desta forma, em Maria a misericórdia divina não se vê limitada pela justiça. Já a justiça de Deus encontra sempre o amor extremo diante dela, amor que nasceu do ventre de uma simples mulher, a mais humilde que o mundo já viu.
Quando lembro do meu primeiro nome, agora é impossível não lembrar da Rainha dos pecadores. Alguns dão mais trabalho do que os outros, tanto que entram para a Legião de Maria e passam a escrever sobre ela depois. Não importa como sua vida tem sido, Maria não descansará até que você e cada ser humano na terra conheça a misericórdia do seu Filho Jesus.
Coloque “Maria” no seu nome, e no seu dia a dia, caso queira dar sentido a sua vida. Se você se chama Agrícola Beterraba Areia, por exemplo, um dos nomes oficiais mais estranhos registrados no Brasil (Exame), a boa notícia é que você pode alterar seu registro. Aproveite e inclua Maria.


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