Mãe, deixei meu filho na escola e voltei para casa pensando em como aprender a ser humilde. Me ensine, por favor!
Sei que Jesus nos mostra de forma perfeita o que espera de nós. Com seu sofrimento, sua paixão, no diálogo e através de parábolas. Mas, meu coração duro não quer se render ao seu amor. Conto com sua ajuda, Nossa Senhora.
Quero em sua honra abrir mão do mau hábito de refletir exaustivamente sobre tudo. Do vício de julgar a todos pelo olhar. Do desejo de querer aquilo que não é da vontade de Deus. Livrai-me desses pecados, Maria Santíssima, e permita que eu me humilhe diante de ti.
Me enganei ao pensar que quem não é naturalmente humilde, como eu, precisa estar atento o tempo inteiro para não errar. Minha atenção não me traz benefício nenhum, pelo contrário. Os servos que esperam à porta a volta do senhor desejam nada além de encontrá-lo. Não compreendi ainda a vigilância como ato de entrega, de obediência. Conheço apenas a vigilância do medo. Olhe por mim, Mãe de Deus.


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