A Virgem Maria sente apenas um tipo de amor por nós: amor de mãe sem limites. Amor de quem serve a Deus de corpo e alma. Que ao amar, ama para cumprir a vontade do Pai. Que não se coloca acima, e sim no menor lugar, aquele que mais serve e sofre. Amor maior ela só reserva ao próprio Deus, de quem também é Mãe.
Imagine o amor de alguém que nunca fez nenhum mal a nada, seja pessoa, animal ou objeto. Que sequer imaginou o prejuízo alheio porque não espera nada além do Bem Supremo. Amor puro. Da mãe do céu e da terra, de tudo que existe em cada canto longínquo do universo. Ela por ser mãe, cuida. Por cuidar, reina.
Apenas um tipo de amor habita o coração de Maria Imaculada pela humanidade. Amor que não se sacia de amar, nem se cansa. Amor que tem pressa, mas, antes de tudo, respeito. Que se declara e aguarda a resposta da pessoa amada. Não para receber amor de volta. Ao entregar seu amor, Maria Santíssima tem o único intuito de ver o nascimento do Salvador em outros corações amados.
Amor concebido sem pecado. Que credita sua existência a Deus. Doce. Que doçura de amor. O ser amado se inebria de aconchego enquanto quer ganhar o mundo para o mesmo amor. Ele se sente parte e dono do mesmo reino que Maria de Nazaré deu à luz. E descobre que o amor de Nossa Senhora é o amor divino. Então corre para encontrar Maria Santíssima no outro ser amado. Na família, na igreja, na rua e no trabalho. Corre para encontrar Jesus. Tudo graças ao amor de Maria, filha predileta do Pai.


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