Quero dizer três palavras sobre a doçura do nome da Virgem.
O coração só percebe o final do sabor. De forma inesperada, até. Intensa e perfeitamente agradável, mas escapando em paz. A imaginação logo ataca e traz à realidade.
É no espírito o efeito maior. Nele age a eternidade da Mulher do Gênesis. A alma reconhece que nunca se pertenceu. A Rainha do Céu guarda no colo seu domínio, com carinho supremo.
Antes, no Alfa, o nome dela surge. Deus é sua comunicação ao espírito. Quando Ele diz “Ave, cheia de graça”, a vida do universo ouve “Maria”, e se curva.


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